A obesidade infantil é invisível aos olhos dos pais?

Eu e Mônica criamos o Comer para Crescer há quase três anos. Durante esses anos todos temos recebido dezenas de perguntas, dúvidas angustiadas de mães e pais preocupadas com o filho que come pouco, que é seletivo, que para de comer. Perguntas angustiadas de mães e pais preocupados com o filho que come demais e está muito acima peso recomendado são praticamente raras. A gente se pergunta qual a razão dessa discrepância entre mães de crianças que comem pouco com as mães de crianças obesas. leia mais

Uma criança obesa e uma bicicleta


No final de semana, vi uma cena no parque que cortou meu coração. Um garoto de pouco mais de 6 anos de idade -e com praticamente 3 vezes o peso que deveria ter- em cima de uma bicicleta. O que para a maioria das crianças é um momento de deleite, para aquele garotinho foram minutos de puro terror.

Ele estava assustadíssimo, morrendo de medo de cair porque o peso do corpo não lhe dava confiança para estar sentado ali. Ele não tinha estabilidade. O pai do garoto, ao lado dele, tentando incentivá-lo. leia mais

Ainda sobre obesidade na infância

Ainda vou manter o assunto sobre obesidade infantil (o mesmo de ontem) mas por uma boa causa: me deparei com duas notícias sobre o assunto. Uma delas é o achado acadêmico do Children’s Hospital Boston, Harvard Medical School e o Harvard Pilgrim Healthcare. É uma pesquisa indicando que as curvas de crescimento que os pediatras usam para avaliar o desenvolvimento do bebê podem predizer o risco de a criança ficar obesa mais tarde.   Essa é uma boa notícia.

O texto publicado no Estadao.com  diz que… leia mais

Refrigerante X infância

O consumo exagerado de refrigerante é associado à obesidade infantil, à diminuição no consumo de leite e aumento no risco de osteoporose e ao aumento da incidência de cáries, segundo a Academia Americana de Pediatria (AAP). As versões tipo “cola”, também contém alto teor de ácido fosfórico que reduz a absorção do cálcio e podem ser estimulantes. Ainda segundo a AAP, entre 56% e 85% dos escolares americanos consomem pelo menos uma lata de (300 ml) refrigerante por dia, sendo que os meninos estão entre os “refrigerantecólatras”. No Brasil, infelizmente, esse consumo é muito parecido entre a moçada. Desse grupo, 20% consomem 4 ou mais porções ao dia. leia mais

A infância, as mães, a papinha e risco de obesidade

Os pesquisadores, às vezes, me dão certa preguiça.

Estudo do Children’s Hospital Boston mostrou que aumenta – e muito – as chances de uma criança estar bem acima do peso aos 3 anos de idade se as mães e os pais não esperarem o bebê ter entre 4 e 6 meses para iniciar a papa sólida.  Vamos aos dados: os nenéns amamentados com leite materno até, pelo menos, o quarto mês vida e iniciados nos alimentos sólidos entre quatro e seis meses têm uma em 14 chances de ser bem gordinhos aos 3 anos. leia mais