Filhos mudando de etapa escolar

Compactor publipost2016 é um ano de grandes mudanças escolares por aqui. Meus dois filhos trocam de etapa. O caçula vai para fundamental 2 (de sexto ao nono ano) e o mais velho começa no primeiro ano do ensino médio.

Tudo muda e não apenas o conteúdo a ser aprendido, que passa a ser ainda mais complexo, exigindo dos garotos mais concentração e atenção durante as aulas.

O tempo de permanência na escola aumenta para o caçula.

A escola muda para o mais velho.

Os professores são em maior número: mais de 11 professores. leia mais

Sentir na pele faz crescer

sentirnapele-jpgOuvi a frase que intitula esse post durante um encontro sobre a importância do brincar na infância, patrocinada pela Nebacetin, pomada usada em cortes, queimaduras. Fiquei com essa frase na cabeça, com o significado dela para mim, pois ia muito além da dor física que um ralado provoca, mas que na criança ensina os limites do corpo e de até aonde se pode ir.

Para mim, sentir na pele tem muito significados. O primeiro, claro, é o de quem nunca sofreu com as dores dos cortes, pancadas, queimaduras, ralados nas pernas, joelhos e cotovelos? leia mais

Uma receita de mac&cheese para o coração de mãe

Receita de mac&cheeseCoração de mãe é um órgão diferente. Mesmo tendo os tradicionais 340 gramas de peso, dois átrios e dois ventrículos, bata cerca de 80 vezes por minuto e bombeie mais de 9 mil litros de sangue* por dia como o coração masculino, coração de mãe é diferente.

Ele sente.

Sente tanto que esse sentir fecha a traqueia, embrulha o estômago, aperta as costelas, espreme água que sai pelos olhos em forma de lágrimas.

Coração de mãe dói sem estar enfartando.

Dói de felicidade. Dói de tristeza. Dói de angústia. Dói de ansiedade. Dói de amor. Dói de saudade, seja dos tempos que o filho era bebê, mas mora com você, seja porque ele não é mais bebê e mora em outro continente. leia mais

A maternidade solitária e uma receita de macarrão muito fácil

maternidade solitária
A maternidade, por Pablo Picasso

Eu tinha me preparado para escrever sobre algo relacionado à comida, aos filhos, ao paladar, mas ao ler um texto sobre maternidade solitária em um dos meus blogs preferidos mudei o foco. A autora fala com muita clareza sobre o medo que ela tem em trocar figurinhas e compartilhar dúvidas com outras mães virtuais por acreditar que a maternidade do século 21 virou uma competição louca entre quem está certa e quem está errada.

Não sei se virou. Acredito que ela sempre foi um período de competição, pois as mulheres são competitivas, além de apaixonadas e viscerais.  Dá para imaginar a versão masculina de Mulheres à beira de um ataque de nervos? Não. O filme de Pedro Almodóvar só deu certo porque nós somos as protagonistas, competitivas, viscerais, dramáticas. (Se você ainda não assistiu, recomendo fortemente que assista!) leia mais

Porque eu adoro a maternidade

Algumas razões particulares porque eu adoro a maternidade.

1) Porque a maternidade me mantém alerta. Sabe a cena da leoa que aparece deitada no meio da savana africana rodeada pelos filhos que brincam uns com outros, mas é capaz de em um segundo pegar um a um pelo cangote e escondê-los só pelo simples cheiro de perigo? A maternidade me mantém nesse estado. E eu acho ótimo.

2) Porque a maternidade me fez conhecer dezenas de outras mães tão iguais a mim, mesmo sendo tão diferentes. Não é ser igual na condição de mulher é ser igual na condição de mãe. E nesse caso específico há diferença. leia mais

Os filhos comem quando adoecem?

Nãããão é a resposta que toda mãe conhece. Mas isso não acontece apenas as crianças. A fome desaparece nos adultos quando eles também adoecem. Mas com criança parece que tudo ganha uma dimensão maior. Eu fico sempre com a sensação de que os meninos vão desnutrir rapidamente porque não comeram direito um, dois, três dias. Acabo exagerando na oferta de uma comidinha.

filho doente

Fiquei mais tranquila depois da conversa que tive com a Ana Lúcia Cornacchioni, oncologista pediátrica do Itaci (Instituto de Tratamento do Câncer Infantil de São Paulo) durante o evento sobre o livro Comida Que Cuida 1, da Sanofi AvenAtis. Ela disse que a criança não cai desnutrida tão rapidamente assim como as mães pensam. A médica, porém, alerta para a diferenciação das doenças. “Aquelas doenças que são  agudas, como as viroses ou as respiratórias, a mãe vai enfrentar entre 5 e 7 dias de recusa alimentar infantil, que é mais ou menos o tempo de ação dos agentes dessas doenças. Nesse período, a criança não irá ‘desnutrir’ como os adultos imaginam”, diz a médica. leia mais