Dia de rei do trono (ou como estresse pode adoecer nossos filhos)

Samuel teve um final de semana de rei na semana passada. O reinado começou no sábado e atingiu o ápice no domingo, dia dedicado quase que exclusivamente ao trono no toillete! Foi um reinado difícil, com direito a muitas cólicas abdominais, daquelas bem doloridas, com a sensação de se ter um serzinho torcendo o seu intestino.

Passou o domingo à base de muito líquido, inclusive o horripilante soro caseiro, além de água de coco, chá, sopinha.

Segunda-feira o pequeno rei, ainda com algumas dores e coroa, teve de ir para a escola porque tinha prova, assim como na terça e nos dias subsequentes. leia mais

As balas, as cáries e o processamento de informação

Às vezes me surpreendo com a dificuldade que nós, humanos, temos em registrar uma informação e mudar os hábitos. Lembro de ouvir minha mãe, tias, avó, professoras falar sobre o quanto chupar bala dava cáries. Registrava a informação por um ou dois dias, período que não colocava nenhuma guloseima na boca, mas logo a informação evaporava no meu cérebro de criança e lá estava eu de novo comprando as deliciosas balas de leite Kid´s, “a melhor bala que há”, que grudavam loucamente nos dentes, ou as balas de amendoim ou ainda as famigeradas balas Soft, ou ainda chicletes Ping Pong. leia mais

Menino nojentinho!

Miguel tem apetite instável. Aliás sempre teve. Agora, com 7 anos, está melhor, mais estável. Os dias seguidos que ele come bem superam a fase negra. Na verdade, nesses anos todos, aprendi que ele come bem quando tem fome (claro) e quando é servido o que ele gosta.

Se ele tem fome, mas o cardápio não agrada, come pouco. Cisca, como dizia minha vó.

Na verdade, ele desanima rapidamente quando enxerga nas panelas algo “estranho”.

Além do apetite instável, Miguel tem um paladar bastante seletivo. Tão seletivo que até escrevi a ele, paladar, para ser mais bacaninha, lembra? leia mais

Quando os filhos nos surpreendem

Dizem que a comida do chef Rodrigo Oliveira é de comer de joelhos. Para horror meu, infelizmente, ainda não tinha a oportunidade de experimentar as delícias servidas no Mocotó. Ainda vou lá.

Bom, se a comida do chef é boa mesmo, não sei. Mas gosto da coluna dele no caderno Comida, da Folha de S.Paulo, sobre gastronomia é uma das coisas mais legais do caderno semanal.

Na última quinta-feira ele escreveu um delicioso texto de pai. Publico o artigo na íntegra (abaixo) porque a versão on line é só para assinantes. É muito legal ler textos de pais descobrindo os filhos. Eu adoro. O olhar masculino é tão particular e diferente do feminino quando os herdeiros são o tema. leia mais