Como saber se o ovo não está estragado

Como saber se o ovo não está estragado

Nesse mar de ovos à venda no supermercado como saber se o ovo não está estragado?

Ovo, ao contrário da carne, vem dentro um invólucro o que impossibilita de sabermos se está fresco, meio fresco ou estragado.

As carnes são mais fáceis de identificar se estão ou não frescas. Cor e cheiro são dois sinalizadores importantes do frescor do produto. O ovo pode até exalar um aroma estranho, mas isso costuma ocorrer se o produto estiver muito podre.

Toda vez que vou abrir ovo para alguma receita sempre fica uma tensão no ar porque nunca sei se ao abrir terei uma surpresa agradável ou não. Mais uma vez quem veio ao meu socorro foi um feirante. Ele me ensinou como saber se o ovo não está estragado quando eu estiver no supermercado, no sacolão ou mesmo na feira. leia mais

O que aprendi com os feirantes

Sempre achei feira livre de rua algo medieval. Um horror. Mas faz um ano que tenho ido à feira. Toda quarta-feira. Nunca tinha assumido essa tarefa. Sempre delegava a alguma empregada por falta de tempo, por questões ideológicas, por falta de intimidade com os alimentos.

Hoje, porém, a realidade da vida se impôs e passei a desfilar meu corpinho entre frutas, verduras e legumes.

Explico uma coisa: já fiz feira em sacolão e em supermercado. Em nenhum dos dois a qualidade dos alimentos, principalmente das frutas, é igual à da boa e velha feira de rua. leia mais

Comidinhas judaicas com sabor de infância

O final de semana passado (!) foi de apresentação a novos sabores para os meninos. Finalmente conheci um lugar no bairro do Bom Retiro, pertinho da região central paulistana, que faz parte da infância do maridão. Não é um lugar badalado, de sair a toda hora na Vejinha ou no Guia da Folha. E acho que há razão para isso.  O Menorah é daqueles mercadinhos de bairro que só quem mora nas redondezas conhece. É um lugar que pertence à infância do maridão, um empório meio confuso, sem charme, nem requinte mas que vende delicinhas da cozinha judaica.

Comprei os bagels (ou beigales) que maridão comia quando era garoto. Samuel provou e adorou o pão em formato de rosquinha salgada, lotada de gergelim (semente rica em cálcio) e um tanto borrachento.
Comprei também o meu pão judaico predileto (e dos meninos também), o chalá (pronuncia-se ralá). Como não sou judia e maridão não é religioso, eu e os meninos comemos o chalá com manteiga. Hummmm, é uma delícia.

Também comprei uns doces (para mim e Miguel) que são tudo de deliciosos!!!!! Um recheado de damasco, um segundo com recheio de nozes e um terceiro recheado de maçã. A massa é diferente de tudo que eu havia comido até hoje. Miguel gostou mais da massa e menos dos recheios. Não deu nem tempo de fotografá-los. Sorry. Faço isso da próxima vez que passar parar por lá. Prometo. leia mais