Giovana Antonelli fala sobre erros e acertos na alimentação dos filhos

Giovanna Antonelli e filhasA atriz Giovanna Antonelli tem três filhos, Pietro de 8 anos e as gêmeas Sofia e Antônia, de 2 anos e 6 meses, e assume que, por desconhecimento, errou na alimentação do mais velho. “Eu não sabia sobre a história de apresentar 15 vezes o mesmo alimento para criança”, contou a atriz. “Quando o Pietro recusava um alimento, eu oferecia o que ele queria. Como ele gostava de doce, eu pedia para a babá misturar geleia nas comidas salgadas. O que aconteceu é que ele cresceu e ficou muito chato para comer. Tenho de barganhar com ele para aceitar comidas saudáveis”, confessou a atriz, durante evento sobre alimentação e desenvolvimento cerebral infantil. Com as gêmeas fez tudo diferente. “Com elas, é disciplina militar. Avisei as babás que a alimentação delas seria 100% saudável e hoje eu escuto elas falarem que não querem comer, só querem alface e tomate. Acho lindo”, conta a atriz. Giovanna disse que a maior dificuldade na alimentação do primeiro filho foi a falta de informação. Se tivesse sido melhor orientada, teria lidado melhor com as recusas do garoto. “Ele chorava que não queria comer algo, eu chorava junto! Hoje, sou caxias na alimentação e percebi que foi a melhor opção que fiz para as meninas.” leia mais

Notícias sobre alimentação

Rolou muita informação sobre alimentação nos últimos dias. Como não conseguimos dar conta de tanta coisa, vamos dar um resumida nas principais. E, assim que possível, voltaremos aos tópicos com posts mais alentados:

– Pesquisa inédita sobre consumo de bebidas açucaradas entre crianças e adolescentes (3 e 17 anos) mostra que os brasileirinhos (na verdade os pais dos brasileiros) têm trocado cada vez mais a ingestão de água por alguma bebida adoçada (sucos de caixinha, água adoçada, refrigerantes). Esse hábito contribui para o aumento da obesidade. O estudo Liquid Metrics Brasil Infância e Adolescência feito com 831 crianças e adolescentes de SP, RJ, BH, POA e Recife foi publicado na revista científica BMC Public Health. (Com certeza, voltaremos a esse assunto em um próximo post pois estivemos na palestra que liberou o estudo, na semana passada, durante o Congresso de Pediatria Paulista, e temos mais dados para compartilhar). leia mais

Para Eugênia, com afeto!

O blog, para mim, tem várias utilidades, se assim posso “dizer”. Uma delas (e acho a mais importante) é a de conhecer pessoas, virtualmente e pessoalmente. É muito legal quando escrevemos posts e eles reverberam em alguém, que comenta, e a gente responde e a pessoa volta, e depois manda e-mail. A conversa continua até chegar a um eventual encontro ao vivo.

Para mim o admirável mundo novo, do Aldous Huxley, é o mundo virtual, que nos possibilita criar laços (afetivos ou profissionais) com pessoas que jamais iríamos encontrar se permanecêssemos em nossos núcleos. Esse movimento me faz muito bem. Eu fico sinceramente feliz e surpresa com essas “reverberações”. Anteontem, aconteceu de novo. Na segunda-feira, republiquei o post sobre Lanchinhos para Bebês de 10 meses. Escrevi o texto, na primeira vez, para ajudar/compartilhar a dúvida de uma leitora, a Eugênia. Como esse post é um dos que mais temos comentários com dúvidas de muitos pais, decidi republicá-lo. Para minha grata surpresa, a leitora que motivou o primeiro post comentou e contou como “a bebê de dez meses” já é uma adorável criança de mais de 2 anos e que come de tudo. Eugênia aproveitou para contar o que vem fazendo para conquistar o paladar da filha e garantir que ela consuma uma alimentação saudável. leia mais

Sobre ferro na infância (Parte II). Ou por que meu filho não come… carne?

 Já faz um tempo que escrevi sobre a importância do ferro na infância (não leu? Tá aqui!) e a minha dificuldade em fazer Miguel comer carne vermelha, uma das mais importantes fontes de ferro.

Voltei a questionar o pediatra dos meninos, dr. Mauro Toporovski. Ele disse que o paladar (de crianças e de adultos) é mesmo um desafio. Mas ele deu algumas dicas valiosas:

– é preciso oferecer um alimento novo repetidas, várias, diversas, numerosas vezes para só então ser decretado: ele não gosta mesmo de … (seja lá o que for). Não é na primeira nem na segunda vez muito menos na terceira rejeitada que podemos dizer que o filho não gosta de tal comida. São ao menos 10 exposições ao longo de dois ou três meses com o alimento sendo apresentado nas mais variadas formas e jeitos (cozido, assado, frito; puro ou acompanhado de molho vermelho, branco, verde, azul ou cor de abóbora; empanado, na torta, no suco, na salada; em purê ou na sopa; no café da manhã, no lanche, no almoço ou no jantar; em dia de chuva ou em dia sol). leia mais