Henrique Fogaça conta como fazer legumes deliciosos para crianças

Henrique Fogaça

Toda mãe sabe que, às vezes, é bem difícil fazer os pequenos comerem legumes. Se tem algo que eles gostam de encrencar é com as hortaliças, não é? Alguém já viu criança encrecar com bolacha recheada? Com bolo, cup cake? Então, como fazer para as crianças comerem legumes? Além de oferecer de diversas vezes e de variadas formas, que tal preparar de um jeito bem gostoso?

Segundo o chef Henrique Fogaça, do Sal Gastronomia, pai de João Corvo e Olívia, para que os legumes fiquem atrativos às crianças o segredo está no tempero. “Os legumes ficam deliciosos quando são cozidos no vapor, na medida certa, e temperados com azeite e sal no fim. A cenoura e o brócolis japonês se tornam quase doces”, afirma.  Na opinião do chef, o cozimento a vapor mantém os legumes e raízes (como a batata) com sabor mais apurado, além de conservar os nutrientes. “Mas cada legume tem seu tempo de cozimento”, alerta Fogaça. leia mais

Leitinho bom demais!

Mamadeira Iiamo via Bebê com Estilo

Os pediatras costumam indicar um complemento ao aleitamento materno com fórmulas de leite em pó, caso seja necessário.

É sempre bom ficar atenta ao leite indicado pelo médico. É um erro oferecer leite integral de vaca, de caixinha ou saquinho ou ainda o Ninho 1 + para bebês menores de um ano. Se todos observarem bem o rótulo das fórmulas vendidas nos supermercados, poderão ler as indicações de idade.

Mas o que eu não sabia é que, apesar de recomendado pelos pediatras, esses leites de fórmulas (além das farinhas e dos engrossantes) devem ser usados com moderação por, principalmente, poderem ser indutores de obesidade na vida adulta. leia mais

Minha aventura na cozinha

Três coisas que li na última semana me chamaram muito a atenção:
– a primeira foi o relato da nossa amiga-colabodora Andréa sobre a decisão de contratar uma nutricionista para ajudar a família a melhorar a qualidade da alimentação (e olha que conheço a Andrea há muito tempo e sei que come-se muito bem na casa dela. Mas, como sempre dá para melhorar, então melhoremos);

– a segunda foi o resultado da nossa pesquisa sobre quem cozinha: a maioria das leitoras que respondeu diz que é ela porque é necessário (ou seja, se tivessem alguém para executar essa missão passariam a bola adiante, como faço aqui em casa); – e a terceira foi a pesquisa do Datafolha sobre alimentação que saiu na Folha e alertava que o despreparo das mães e dos pais com a maternidade é que leva as crianças à comer salgadinho, bolacha com recheio e beber refrigerante antes de dois anos de idade. A maternidade desembarca em nossas vidas como um universo realmente paralelo. Temos menos contato com bebês do que as gerações de nossos pais. Tem gente que só vai ter contato de fato com um bebê pela primeira vez na vida no nascimento do filho. Isso significa também ter contato com a alimentação infantil e, às vezes, até com a cozinha. Minha mãe já cozinhava aos 7 anos de idade. Não porque gostava, mas por dever. É a caçula de 8 irmãos. Como todos trabalhavam, alguém tinha de fazer a comida de casa. Esse alguém era minha mãe. É, claro, que aos 20 anos, quando ela se casou, já sabia pilotar todos os fogões e panelas. Sabia cozinhar para pessoas de todas as idades e sabia fazer papinha para os sobrinhos. Eu fui pilotar fogão aos 14 anos a pedido da minha mãe, “para me preparar para a vida”. Era uma espécie de sub-chefe da minha irmã mais velha. Mas sempre detestei a função e toda vez que podia passava a bola adiante. Fui me interessar “em estudar, me formar, trabalhar para não depender de marido”. Saí de casa para casar e me libertei da obrigação de cozinhar. Assim como a Andréa, na minha casa tinha todos os cardápios de restaurantes delivery do bairro na gaveta da mesa do telefone. Jamais me preocupei em aprender a cozinhar melhor. Mas, quando Samuel nasceu, fiquei chocada com o universo paralelo que se abriu e também sobre quanto eu e maridón desconhecíamos o mundo dos casais com filhos. Fiquei bege. E também rosa, amarela, verde. Apesar dos esforços da minha mãe, cozinhar continuou a ser um mistério para mim. No momento da introdução da papinha, quando o pediatra deu a receita da primeira papinha, o mistério da culinária se mostrou toda a sua força: saí do consultório sem saber se 1 quilo de carne daria para a primeira papinha. Naquele momento fiquei roxa. Uma total sem noção! Sorte que minha mãe me socorreu (com sorriso largo) na primeira papinha e também em dizer que não eu deveria dar suco de caixinha antes do Samuel ter 2 anos; que eu só fui comer doce quando tinha 3 anos de idade; que eu nunca tinha bebido refrigerante até os 5 anos; que só me dava bolacha Maria ou Maizena. Enfim, minha mãe pode ter enchido minhas orelhas com tanto “que assim, que assado”, mas sábia a sabedoria dela em me azucrinar porque não caí na tentação da via fácil, ou seja, de dar o que eu, adulta, mastigo, para um bebê de seis meses porque fazer papinha é chato, dá trabalho. Infelizmente, há muito adulto fazendo isso, como mostra pesquisa da Unifesp. É uma pena. Ter filhos é sair de um mundo e entrar em outro mundo, que dá muito trabalho e exige muito jogo de cintura e pouca preguiça. Há tanta fruta que dá para ser levada na bolsa. Há tantos potinhos que cabem frutas e que também cabem em qualquer bolsa. E existe água para as crianças. E existe a palavra NÃO para ser dita quando eles querem a bebida proibida. Não é difícil, né! Na verdade é mais simples do que achamos. Por um mundo com menos bebês tomando Coca-Cola na mamadeira e comendo menos bolachas recheadas. beijos da Pati

Amamentar

Do blog da Lia, cheguei ao blog da Patricia Couto, que cheguei ao relato da Silvana sobre amamentação. Adorei o que ela escreveu. Ela diz o que defendo ardentemente sobre amamentação exclusiva. Mas diz de um jeito tão fácil, direto, simples e doce que não podia não reproduzir (um tantinho editado), da reprodução da Patricia (rsrsrs!).

“Amamentar é possível, intuitivo, fácil até, mas requer certo comprometimento. Então, lá vai:

a) nos primeiros dias a bb não vai sugar quase nada. É assim mesmo, TODOS perdem peso na Maternidade e já nascem c/ reserva de gordura prá isso. O colostro é pouquíssimo. Não se impressione se falarem: “já dormiu? não!acorde prá mamar mais!”. Eu chorei de insegurança na maternidade com isso. Mas nenhum bb morre de fome sem antes berrar pedindo peito! Acredite: sua filha já nascerá sabendo lutar para viver!! leia mais

Coma essa comida!

Maridón acha que a música Hora do Almoço 1 deveria ser a trilha sonora deste blog (hehe).  Acho que ele tem razão. Quer conhecer a música? Então, clique aqui e depois, quando a página abrir, clique em Hora do Almoço – é a terceira música. Se gostar, recomendo fortemente comprar o CD-livro (até porque tem a música-revanche Hora do Almoço 2). As letras inteligentes das músicas são do Claudio Thebas, o palhaço Olímpio do Jogando no Quintal. O som é maneiro.Todas as músicas são divertidas. A minha preferida é a da tia que aperta as bochechas do menino. Aqui o livro é vendido bem baratinho. leia mais

O apetite das crianças

                                                        Aveia tem zinco

Navegar pela blogosfera é uma delícia quando temos tempo, né? No domingo, enquanto torcia para o Flamengo ser campeão brasileiro, ia de blog em blog (inclusive para aplacar a ansiedade) e acabei chegando a um post curioso do Henrique Freire Soares. Ele fala sobre a falta de apetite das crianças pequenas para comidas de sal. O texto, originalmente do presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, diz que a pouca animação infantil para um prato de arroz com feijão pode ter origem na deficiência de zinco, um mineral sobre o qual pouco escutamos falar, mas que parece fazer uma diferença e tanto – principalmente quando a gente se esfalfela para fazer os pequenos comeram algumas minguadas colheradas de frango. Parece que a deficiência de zinco é mais comum do que se pode imaginar. Que tal na próxima consulta com o pediatra dos herdeiros falar sobre a relação entre o zinco e o desinteresse pela comida nossa de cada dia? leia mais

Batatas fritas assadas

Queridas leitoras e leitores,

Não tivemos a Quinta da Papinha, ontem. Uma das pequenas da Mônica está bem dodói, e eu estou trabalhando como uma louca ensandecida e tentando administrar mais de um zilhão de coisas, inclusive carro quebrado, batido e amassado. Infelizmente, no meio desse turbilhão, a Quinta da Papinha acabou sofrendo. A vida é feita de duras escolhas e algo sempre acaba sendo sacrificado.

Mas, para não deixar nossas fiéis seguidoras, leitoras e afins abandonadas, deixo aqui uma receita de batata frita. Isso mesmo! Vocês não leram errado. Essa é uma receita que costumo fazer de vez em quando em casa. Saiu do livro “Dieta Saudável Para Safenados – E Para Que Você Não Seja + 1”, da Mina Wajchenberg. (Para esclarecer: ninguém é safenado aqui em casa e desejo muito que essa situação permaneça para sempre, por isso comprei o livro, o que foi uma grata surpresa porque tem receitas bem legais e fáceis de carnes, macarrões, saladas, doces entre outras coisas). Batata assada no forno (é o nome original) 1 quilo de batata cortada em palitos (ou em rodelas finas que é como eu faço) 1/4 de xícara de chá de água                                        sal                                        um fio de óleo (ou de azeite que é o que usamos aqui em casa) Modo de Fazer Cozinhe as batas no micro com a água por 10 minutos em potência alta. Coloque-as numa assadeira retangular, salpique com o sal e regue com o óleo (ou azeite). Leve ao forno convencional até dourar. Essas batatas ficam sequinhas por fora e macias por dentro. Substituem as fritas com galhardia e de quebra são bem mais saudáveis, afinal não são imersas em litros de gordura quente.

Algumas informações sobre a batata:
– as melhores para fazer cozidas ou assadas são as Bintje, Monalisa, Mondial;
– uma batata média cozida tem cerca de 100 calorias. se ela for frita chega a 500 calorias;
– o carboidrato presente na batata é rapidamente absorvido pelo corpo (é como se tomasse um injeção de energia na veia, a reação é quase imediata); leia mais

O que vai ter para o jantar?

Já tem o cardárpio para o jantar? Que tal mudar a apresentação do prato? Arrumei o prato do Samuel como mostra a foto acima: arroz, pepino, tomate e essas raras folhas de alface. Samu jogou feijão por cima e fez a maior mistureba. Destruiu a minha obra de arte. Insensível! Rsrsrsrsrs. Mas a apresentação causou impacto.

O prato do Miguel ficou assim ó:

beijos da Pati

Comer na frente na TV

Depois de entrevistar o doutor Carlos Alberto Nogueira de Almeida, diretor do departamento de nutrologia da Associação Brasileira de Nutrologia, há duas semanas para uma reportagem, fiquei incomodada com a resposta incisiva dele sobre uma questão comum a muitas famílias (me incluo nesse grupo): colocar as crianças na frente da TV durante as refeições a fim de distraí-las e vermos o prato infantil ficar vazio.

A resposta do nutrólogo foi assustadoramente ta-xa-ti-va e mais ou menos assim: Bebês ou crianças não devem ser distraídas durante as refeições. Nunca, jamais, em tempo algum. leia mais

Viva a macarronada!

Se tem uma comida que os meninos adoram é macarronada! E a clássica: ao sugo ou no azeite. Eles se deliciam com espaguete, com pouco molho e (infelizmente) muito queijo ralado. Se eu fizesse o prato todos os dias, eles comeriam sem problemas, sem reclamar.

Mas será que podemos oferecer macarrão muitas vezes na semana para as crianças? Lembro quando, certa vez, entrevistei o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Unifesp, fiz essa mesma pergunta e fiquei surpresa com a resposta – e que me fez sentido. Lembro dele ter tido que o macarrão é a base da alimentação de vários países asiáticos. leia mais