Menos sódio nos alimentos

Na semana passada, representantes da Abia (associação brasileira das indústrias de alimentos) e do Ministério da Saúde firmaram um termo de compromisso (hein?) de redução gradual na quantidade de sódio de 16 tipos de alimentos. Os primeiros alvos das reduções serão as massas instantâneas, além de pães e das bisnaguinhas. A redução começa vagarosa em 2012 e sabe-se lá quando vai terminar.

Demorou, mas rolou! Ok! Mas só rolou por pressão da sociedade. Se não fosse a galera reclamar durante anos a fio, o compromisso dos associados da Abia seria manter a mesma política de vender alimentos “ricos” em sódio.

Segundo texto do jornal “O Estado de S.Paulo”, cada 100 gramas de macarrão instantâneo produzido no Brasil apresenta entre 2.036 e 4.718 miligramas de sódio. No Canadá, a média de sódio é de 926,9 miligramas a cada 100 gramas do produto. No caso do pão de forma, os índices dos produtos brasileiros também são expressivamente maiores. Enquanto no Canadá a média varia de 361 a 526 de miligramas de sódio a cada 100 gramas do alimento,no Brasil, a mesma quantidade do produto traz entre437 e 796 miligramas.

Dúvida cruel: será que a redução de sódio chegará no Toddynho? Segundo noticiário, a Pepsico mundial, vem reduzindo a quantidade de sódio de seus produtos desde 2010. A redução demoraria 10 longos anos.

No Brasil, a Pepsico é a empresa fabricante do Toddynho. Cada embalagem de 200 ml de Toddynho tem 43% das necessidades diárias de sódio para uma criança entre 4 e 6 anos.

(Tenho de elogiar a Pepsico no item informação: ela é a única entre todas as marcas, que comercializam esses achocolatados, que informa os valores diários de referência para uma dieta infantil. As outras empresas consideram os valores nutricionais de adultos.)

beijos,

Patricia

beijos,
Patricia

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