Um dedo de poesia

Desculpem por não falar de alimentação infantil. Mas é que me deparei com um vídeo, no blog do Armando Antenore, que me impactou.
O cineasta francês Gilles Porte pediu a 80 crianças, entre 3 e 6 anos e que ainda não sabem ler nem escrever, que desenhassem num vidro o que desejassem. Nenhum adulto interferiu. Ninguém conduziu. O que saiu de dentro da imaginação dos pequenos foi pura poesia, reforçada pela equipe de animação da Ecole des Gobelins. Aqui dá para ver todos os vídeos. leia mais

Você é normal?

Esse teste é rápido. Tem apenas cinco perguntas. Não precisa anotar as respostas num papel. Dá para responder mentalmente.

1) Você já perdeu a paciência com seu(s) filho(s) e gritou com ele durante alguma refeição?
*Sim
* Não

2) Você já disse ao filho(a) que ele(a) não poderia beber nada antes de comer, mas após apelos insistentes acabou liberando goles da bebida antes da primeira garfada?

*Sim

* Não

3) Você já soltou, durante alguma refeição, um incisivo “vai comer porque eu quero” depois de alguns minutos de relutância infantil em comer o que era oferecido? *Sim

* Não

4) Já perdeu as estribeiras com a criança por causa da bagunça que ela fez à mesa durante a refeição?
*Sim

* Não

5) Já liberou porcaritos como refeição por total e absoluta preguiça de fazer uma comidinha mais saudável?
*Sim leia mais

Comidinhas judaicas com sabor de infância

O final de semana passado (!) foi de apresentação a novos sabores para os meninos. Finalmente conheci um lugar no bairro do Bom Retiro, pertinho da região central paulistana, que faz parte da infância do maridão. Não é um lugar badalado, de sair a toda hora na Vejinha ou no Guia da Folha. E acho que há razão para isso.  O Menorah é daqueles mercadinhos de bairro que só quem mora nas redondezas conhece. É um lugar que pertence à infância do maridão, um empório meio confuso, sem charme, nem requinte mas que vende delicinhas da cozinha judaica.

Comprei os bagels (ou beigales) que maridão comia quando era garoto. Samuel provou e adorou o pão em formato de rosquinha salgada, lotada de gergelim (semente rica em cálcio) e um tanto borrachento.
Comprei também o meu pão judaico predileto (e dos meninos também), o chalá (pronuncia-se ralá). Como não sou judia e maridão não é religioso, eu e os meninos comemos o chalá com manteiga. Hummmm, é uma delícia.

Também comprei uns doces (para mim e Miguel) que são tudo de deliciosos!!!!! Um recheado de damasco, um segundo com recheio de nozes e um terceiro recheado de maçã. A massa é diferente de tudo que eu havia comido até hoje. Miguel gostou mais da massa e menos dos recheios. Não deu nem tempo de fotografá-los. Sorry. Faço isso da próxima vez que passar parar por lá. Prometo. leia mais

Leitinho bom demais!

Mamadeira Iiamo via Bebê com Estilo

Os pediatras costumam indicar um complemento ao aleitamento materno com fórmulas de leite em pó, caso seja necessário.

É sempre bom ficar atenta ao leite indicado pelo médico. É um erro oferecer leite integral de vaca, de caixinha ou saquinho ou ainda o Ninho 1 + para bebês menores de um ano. Se todos observarem bem o rótulo das fórmulas vendidas nos supermercados, poderão ler as indicações de idade.

Mas o que eu não sabia é que, apesar de recomendado pelos pediatras, esses leites de fórmulas (além das farinhas e dos engrossantes) devem ser usados com moderação por, principalmente, poderem ser indutores de obesidade na vida adulta. leia mais

Comer na frente na TV

Depois de entrevistar o doutor Carlos Alberto Nogueira de Almeida, diretor do departamento de nutrologia da Associação Brasileira de Nutrologia, há duas semanas para uma reportagem, fiquei incomodada com a resposta incisiva dele sobre uma questão comum a muitas famílias (me incluo nesse grupo): colocar as crianças na frente da TV durante as refeições a fim de distraí-las e vermos o prato infantil ficar vazio.

A resposta do nutrólogo foi assustadoramente ta-xa-ti-va e mais ou menos assim: Bebês ou crianças não devem ser distraídas durante as refeições. Nunca, jamais, em tempo algum. leia mais