Tag 7 Coisas (na cozinha)

tag7coisas_FotorNavegando pela blogosfera, cheguei a um post simpático, de um blog do qual não lembro mais o nome (uma pena!), sobre a tag 7 Coisas.

A ideia é falar um pouco da gente mesmo. Fazer uma auto-análise, refletir sobre nós no passado, no presente e no futuro. Como estou necessitando parar um pouco e olhar para mim, decidi fazer esse exercício de auto-análise. Mas como, ao mesmo tempo, estou sem paciência para uma auto-análise tão profunda, vou subverter a “brincadeira” e colocar as minhas 7 Coisas para dentro da cozinha. leia mais

O poder do discurso materno na cozinha

Um dos livros mais marcantes que li este ano foi o Poder do Discurso Materno, da terapeuta argentina Laura Gutman. Ela explica como as frases ditas pelo adulto que cuida das crianças, que, na imensa maioria das vezes, é a mãe, podem moldar os filhos – para o bem ou para o mal.

Poder do discurso materno

Laura prova, com relatos de casos, o tamanho da força das frases maternas na personalidade dos pequenos.

Impossível não me ver no livro, tanto como mãe quanto como filha. O quanto a minha fala é determinante nas ações e nas personalidades dos meus filhos e o quanto as frases da minha mãe, ditas quando eu era criança, me afetaram. leia mais

As foods que são fast

As mães que não têm cozinheira ou alguma empregada doméstica que cozinha costumam ter pouco tempo para preparar refeições do dia a dia e tudo de que necessitam são “foods que são fast” naturais, feitas em casa, pois elas existem. O que não falta na natureza são ingredientes de preparo rápido e descomplicado. Um ingrediente fast food é cogumelo fresco ou shimeji e shitake.

shitake - foods que são fasts

Basta lavar cortar, refogar na manteiga e no molho shoyu por 10 a 20 minutos e servir acompanhado daquele arroz que já estava pronto. Eles combinam também com salada de pepino, tomate, cenoura e gergelim. Os cogumelos vão bem até sobre um bife. leia mais

Porque o apetite do filho diminui

porque o apetite do filho diminui

Há vários aspectos do desenvolvimento infantil que deixam mães, pais, avós assoberbados, uma delas é a repentina falta de apetite, porque o apetite do filho diminui. Existe uma explicação fisiológica para isso. As crianças crescem demais até os 18 primeiros meses. Para dar conta desse crescimento acelerado, os pequenos  comem bastante. Depois dessa idade (mais ou menos isso), crescem em ritmo mais lento e, sabiamente, o corpo reduz o apetite, ou melhor, ajusta o apetite para comer o quanto o crescimento pede. leia mais

O segredo da comida gostosa

segredo da comida

Já faz algum tempo que venho matutando sobre qual o segredo da comida boa, gostosa. Parei pra pensar sobre isso quando comecei a notar a quantidade de alimentos que colocamos na boca e que apenas alguns se destacam. Por que será que uns se destacam mais do que outros? Será que é o tempero ou são os ingredientes? Será que é a mão da cozinheira/cozinheiro ou são as panelas?

Aliás, será mesmo a mão da cozinheira… então como explicar o sabor incrivelmente delicioso de alguns alimentos frescos? Para não complicar demais, vou ficar matutando, aqui no texto, apenas sobre a comida que sai do fogão (ou da geladeira). Não vou competir com a natureza. Também não vou incluir nessa lista o paladar, que, para mim, é a instância máxima no julgamento final se uma comida é gostosa ou não. leia mais

Socorro, meu filho só come arroz!

arroz

Meu filho Miguel sempre gostou muito de arroz, mas está na fase mais crítica, de comer arroz aos borbotões. Ainda bem que ele coloca feijão, com caroço, junto! O problema é que ele enche o prato, coloca três colheres (aquela colher que parece uma concha) de arroz e uma de feijão, acrescenta duas voltas de azeite sobre essa montanha e só. Come primeiro isso e só depois aceita comer um pedaço de carne. Se for vermelha, o pedaço é pequeno. Se for frango, até que come um filé inteiro. Se for carne moída come bem. O problema é que depois de tanto arroz não sobra fome para mais nada. A salada vai empurrada, assim como os legumes. Fruta? Que mané fruta! Não tem mais espaço. Mas, se eu deixar, ele é capaz de repetir a mesma quantidade de arroz, as três colheres! leia mais

Como lidar com a birra infantil na hora da comida

Um dos meus blogs de culinária preferidos é o La Cucinetta. Acompanho Ana Elisa desde os tempos que ela ainda não era mãe. Hoje tem dois filhos. O mais velho tem 2 anos. Acompanho os posts desde o tempo que ela não enfrentava birra de filho, principalmente na hora de comer.

Como lidar com a birra infantilNa semana passada, Ana Elisa fez um delicioso post sobre o assunto: como lidar com a birra de filho na hora de comer. Tudo o que ela escreveu a gente também já disse aqui de um jeito ou de outro. Mas vou reproduzir alguns trechos porque é sempre bom a gente ler ou ouvir a mesma coisa mas de um jeito diferente. Uma hora o nosso cérebro registra a informação. leia mais

Mãe controladora x filho que não come

mãe e filho comendo

Como você é à mesa na hora de alimentar o bebê? É controladora? E seu bebê, é um filho que não come?

Sabia que o perfil das mães na hora da refeição influencia o paladar da criança? Eu sempre fui estressada e controladora. Sempre queria que os meninos comessem no meu ritmo rápido. Na quantidade que eu determinava e que ainda não fizessem sujeira no chão!

Não iria dar certo. Era tanto estresse da minha parte, que passei a missão adiante para o marido ou as babás.

Estudos já conseguiram definir quatro estilos de mães à mesa. Veja a tabela abaixo elaborada pelo nutrólogo doutor Carlos Nogueira: leia mais

A criança que come porcaria e a TV de 400.000 polegadas

Garoto-come-chocolateEstá certo você ter uma criança em casa que só come merda e ter uma TV de tela plana gigante? Isso é correto? Eu acho que não… Mas não vou dar merda para meus filhos e sentar no sofá e relaxar ouvindo meu sistema surround de som…

Essa frase foi dita pelo chef e ativista Jamie Oliver durante uma entrevista para o jornal o Estado de São Paulo.  Eu concordo plenamente com ele. Quantas são as famílias que gastam horrores na TV que parece um cinema e compram comida de péssima qualidade para os filhos? Famílias que são capazes de gastar 5 mil reais em uma TV e optam pela comida cheia de conservante porque acham que orgânicos são caros? leia mais

Sobre BLW e bebês que comem de tudo

Crédito da foto: Wild and Wisdom

Em outubro de 2009, quando publiquei o post abaixo (editado), nunca tinha ouvido falar na sigla BLW, mas já curtia a ideia de deixar as crianças comerem com as mãos, pegaram a própria comida, na quantidade que quisessem:

“A Lúcia, filha da minha querida amiga Ana e do Renato Kaufmann (do Diário Grávido), quando era pequenininha, devorava kappamakis, aqueles enrolados de arroz japonês, pepino e alga. Num vídeo postado pelo Renato, certa vez, ela comeu três desses enroladinhos. 
Além de fofo, o vídeo chamou a minha atenção também porque:
– crianças comem de tudo desde que a gente dê comidinhas para elas sem preconceito e frescura;
– crianças amam pegar a comida com a mão;
– crianças curtem comida japonesa porque dá para pegar com a mão, as porções são pequenas e colocadas em potinhos e é gostosa. Ou seja, é uma comida lúdica, não vem em prato fundo nem em quantidades industriais e, de quebra, é saudável.” leia mais